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DOR CRÔNICA

quinta-feira, 22 de outubro de 2009


Por definição dor aguda depois de trauma ou cirurgia aparece subitamente e dura um período limitado de tempo, enquanto a dor crônica persiste por meses e até anos. Tipos comuns de dor crônica incluem: dor nas costas, dor de cabeça, artrite, dor decorrente de câncer, e dor neuropática (resultante de lesão nos nervos).
Especialistas dizem que o primeiro passo no tratamento da dor crônica é identificar sua fonte, se possível. Muitas pessoas com dor crônica tentam resistir a ela sem tratamento, porém dor persistente nunca deve ser ignorada porque pode ser um sinal de doença ou lesão que se agravará caso não seja tratada.
Algumas vezes acontece da causa da dor ser desconhecida. Fibromialgia, por exemplo, é caracterizada pela fadiga e dor espalhada nos músculos e articulações. Ainda que cientistas teorizem que essa condição possa estar conectada a lesão, alterações no metabolismo muscular, ou vírus, a causa exata é desconhecida. Independente do tipo de dor crônica, os efeitos físicos e emocionais podem ser devastadores.

Encontrando alívio para a dor crônica


Seddon Savage, especialista em dor pela faculdade Dartmouth Medical School, nos Estados Unidos, diz que há ocasiões nas quais é impossível eliminar a dor. "O objetivo no tratamento da dor é prover o máximo de alívio possível e melhorar as funções da pessoa", diz Savage. Uma vez que a dor varia de pessoa para pessoa, o tratamento é individualizado. "Tratamento para dor crônica é muito mais que medicação", diz Savage. Também pode envolver alívio de estresse e relaxamento, fisioterapia, melhoria nos hábitos de sono e nutrição, e exercício físico. Savage recomenda que as pessoas procurem ajuda profissional para a dor crônica quando sentirem que ela está interferindo com a sua qualidade de vida.

Preocupação com o abuso de drogas no tratamento da dor


Um dos maiores temores no tratamento da dor crônica é que o paciente fique viciado nas drogas utilizadas para tratá-la. "A maioria dos tipos de dor crônica reponde ao tratamento com medicação não-opióide", diz Savage. Exemplos de medicamentos não-opióides, os quais não causam dependência, incluem aspirina, ibuprofeno, entre outros. Uma combinação de diferentes tipos de analgésicos em doses menores é geralmente mais eficiente que um único medicamentem uma dose maior. "Porém, se opioides forem prescrevidos para a dor, o paciente não estará abusando de drogas se tomá-los exatamente como receitados", diz Savage.
Opióides são medicamentos controlados com potencial para criar dependência física. O uso de opióides para tratamento da dor é controverso por várias razões. A taxa de pessoas que desenvolveram dependência em tratamento apropriado é desconhecida e a mídia tem propagado problemas com celebridades que ficaram viciadas em medicamentos para tratamento da dor.

ENXAQUECA

quarta-feira, 21 de outubro de 2009



A enxaqueca é um dos tipos de cefaléia (dor de cabeça). A localização da dor normalmente é de um lado da cabeça, às vezes, dos dois.
Os fatores mais freqüentes que podem iniciar uma crise são:



Alimentos e bebidas:


- queijos amarelos envelhecidos;


- frutas cítricas (principalmente laranja, limão, abacaxi e pêssego);


- banana (principalmente d’água);


- lingüiças;- salsichas e alimentos de coloração avermelhada, em conserva;


- frituras e gorduras;


- chocolates;


- café, chá e refrigerantes a base de cola;


- aspartame (adoçante artificial);


- glutamato monossódico (tipo de sal usado como intensificador de sabor, principalmente em comida chinesa);


- vinhos (principalmente o tinto);


- cervejas e chope.



Hábitos alimentares e sono:


- ficar mais de 5 horas seguidas sem se alimentar;


- dormir mais ou menos do que o de costume.



Variações bruscas de temperatura e umidade do ar:


- a entrada em ambientes frios, estando antes em ambiente quente e vice-versa;


- ingestão de líquidos gelados com o organismo aquecido ou suando muito.



Fatores emocionais, estresse e a enxaquecaMenstruação e fatores hormonais:


- é muito comum em mulheres portadoras de enxaqueca apresentarem dor nas fases pré, durante ou após a menstruação;


- muitas mulheres têm as crises pioradas a partir do momento que iniciam o uso de anticoncepcionais orais;


- na menopausa, muitas mulheres melhoram espontaneamente e voltam a piorar quando iniciam a reposição hormonal.Tratamento:Somente o médico pode dizer qual a melhor medicação para quem sofre de enxaqueca, mas as crises podem ser reduzidas evitando-se os fatores desencadeantes.



O que fazer quando estiver em crise de enxaqueca?

- esteja sempre preparado; os portadores devem ter a medicação para as crises sempre à mão;



- em caso de dor intensa, procure um local fresco e escuro para recostar, mas não deite;- coloque gelo sobre as áreas doloridas;


- tome o medicamento recomendado pelo seu médico, mas nunca mais de duas vezes por semana;


- beba muita água e coma moderadamente;


- descanse.

HÉRNIA DE DISCO

segunda-feira, 19 de outubro de 2009




Quem nunca sentiu dores nas costas? Muitos pacientes chegam assustados aos consultórios médicos achando que a dor é sintoma de Hérnia de Disco e que terão que passar por uma cirurgia.
De acordo com os doutores Maurício de Moraes e Rubens Rodrigues, em primeiro lugar é importante dizer que a “dor nas costas” ou “lombalgia” não significa, necessariamente, a presença da Hérnia de Disco, e o mais importante: menos de 20% dos casos necessitam de cirurgia.

A Hérnia de Disco se dá quando uma parte, ou até mesmo o disco inteiro, “escorrega” para trás ou para o lado. O disco é composto por um núcleo, que chamamos de núcleo puposo e por um anel redondo, chamado de anel fibroso. Tanto o núcleo quanto o anel podem escorregar, causando uma pequena hérnia, denominada protusão ou uma hérnia maior, quando afeta essas duas composições.
Os especialistas explicam que embora tenhamos discos entre todas as vértebras – cervical, dorsal ou lombar -, a hérnia mais comum é a da região lombar. Na grande maioria das vezes, a hérnia é causada por fatores degenerativos, daí a tendência maior do problema aparecer a partir dos 40 anos.

Com o passar do tempo, o disco perde altura e água, e vai se degenerando. As fibras começam a apresentar alterações e isso, associado ao nosso estado de “andar em pé”, tende a romper para trás, o que provoca a hérnia posterior. Existe ainda a hérnia póstero-lateral, quando escorrega para trás e para o lado, podendo comprimir algumas raízes nervosas e, no caso da coluna lombar, raízes do ciático, provocando as conhecidas “dores ciáticas”, que podem irradiar até o pé, gerando “queimação” e “formigamento”.

Apesar disto apenas 20% dos casos necessitam de cirurgias. “A maioria dos casos é tratada de forma conservadora, ou seja, através de medicamentos, repouso nas crises, orientação postural, fisioterapia e alongamento muscular. Somente quanto o tratamento não evolui é que o paciente é conduzido para uma cirurgia”, explica o doutor Maurício de Moraes.
É importante ressaltar, entretanto, que os métodos cirúrgicos evoluíram muito. Atualmente a Nucleoplastia tem apresentado resultados bastante satisfatórios. Minimamente invasivo ele é realizado com auxílio de aparelho de radiofreqüência para retirar tecido do núcleo pulposo do disco intervertebral, aliviando a pressão sobre a raiz do nervo afetado.



A Nucleoplastia pode ser realizada com o paciente consciente, apenas com anestesia local. Dura cerca de 20 minutos e o paciente recebe alta hospitalar no mesmo dia. Além de menos traumatizante, o procedimento diminui muito o tempo de afastamento das atividades físicas, em média três semanas e intelectuais dois dias. Apesar dos avanços da medicina é possível prevenir os problemas na região lombar. Para tanto, é indicada a realização de atividades físicas de baixo impacto, com alongamento e fortalecimento da musculatura, tanto abdominal, quanto posterior da coluna. Estas medidas estabilizam a coluna reduzindo a força para frente ou para trás. “As atividades mais indicadas são hidroginástica, caminhadas, esteiras com velocidade lenta, exercícios localizados com pouco peso e alongamentos”, orienta o doutor Rubens Rodrigues.



Técnica permite retirar hérnia de disco através da pele


A discectomia percutânea permite que o paciente deixe o hospital no mesmo dia da cirurgia e retome suas atividades normais em apenas três semanas.

A dor nas costas, também conhecida como lombalgia, é considerada a segunda causa de incapacidade de trabalho na vida adulta, coincidindo exatamente com a fase de máxima produtividade do indivíduo, ou seja, antes dos 45 anos.

Cerca de 90% da população, em alguma fase da vida, apresentam problemas de dores nas costas, que podem ser mecânicas (decorrentes de sobrecarga ou postural), degenerativas, traumáticas ou ainda estarem associadas à presença de hérnia de disco.
De acordo com os especialistas, 90% dos casos podem ser resolvidos com repouso, medicamentos e fisioterapia, e os 10% das pessoas restantes submetem-se à cirurgia ou se tornam portadores de lombalgia crônica. A boa notícia é justamente para estes 10% que necessitam de cirurgias. Agora já é possível tratar alguns casos através da discectomia percutânea ou anuloplastia, técnica que utiliza uma ponteira especial que atravessa o anel fibroso e circula o núcleo do disco e, por meio de eletrotermia, a hérnia é “encolhida”, retirando a pressão sobre o nervo.

A novidade neste método é que a ponteira entra pelo lado oposto da hérnia. Ao envolvê-la, inicia-se o processo. O aquecimento é controlado por um aparelho, de modo que o calor fica concentrado apenas na região da hérnia, sem prejudicar as demais regiões do disco. Todo o procedimento é acompanhado pelos médicos através de radioscopia (aparelho especial de raio-x).

O procedimento percutâneo demora, em média, quarenta minutos. O paciente permanece internado por quatro horas e a recuperação é bastante rápida, já que não há cortes, a entrada da ponteira é feita através da pele. “O paciente deixa o hospital no mesmo dia e pode voltar às atividades normais, em média, em três semanas”, explica o ortopedista, Rubens Rodrigues, que utiliza a técnica há dois anos.

Também o ortopedista Maurício de Moraes comenta que os resultados positivos podem chegar a 90%, compatíveis com a literatura mundial dos grandes centros. “Os métodos menos invasivos têm como vantagem, além dos resultados excelentes, a possibilidade da recuperação mais rápida do paciente”, afirma o ortopedista.




O que é Degeneração do Disco Intervertebral Lombar?



A degeneração do disco intervertebral é um problema na região lombar que pode ocasionar complicações como estenose espinhal, espondilolistese e retrolistese. Na verdade a degeneração do disco intervertebral não é uma doença, mas uma condição degenerativa que pode causar dor e afetar sua qualidade de vida.

A degeneração de disco é parte normal do processo de envelhecimento e geralmente não é um problema. Porém, quando o esporão do osso cresce adjacente aos discos, eles podem pinçar ou colocar pressão nas raízes dos nervos próximas ou canal espinhal, ocasionando dor.



Causas da Degeneração do Disco Intervertebral Lombar


Envelhecimento é a causa mais comum de degeneração do disco. À medida que o corpo envelhece, os discos na espinha desidratam e perdem a capacidade de agir com absorvedores de choque entre as vértebras. Os ossos e ligamentos que constituem a espinha também ficam menos flexíveis e mais espessos. Diferente dos músculos, há pouco suprimento de sangue para os discos, de modo que falta a eles a capacidade de repararem-se por si mesmos.

Índice de massa corporal alto (IMC) e lesões por estresse repetitivo, entre outras, aumentam a probabilidade de degeneração do disco. Porém, um estilo de vida ativo, que combina exercício regular moderado e boa dieta, pode ajudar a reparar ou prolongar a vida do disco. Para algumas pessoas com problema de degeneração do disco, suplementos de glicosamina e vitamina C podem ajudar a melhorar a condição.



Sintomas da Degeneração do Disco Intervertebral Lombar


Geralmente os pacientes que sofrem de degeneração do disco intervertebral não apresentam sintomas. Porém, quando os sintomas estão presentes, dor lombar crônica algumas vezes irradia para os quadris, ou dói nas nádegas e coxas ao caminhar. Dor similar ou maior pode ser sentida ao sentar, deitar, levantar ou flexionar.



Opções de Tratamento para Degeneração do Disco Intervertebral Lombar


Geralmente a degeneração do disco intervertebral pode ser tratada sem cirurgia. Fisioterapia, antiinflamatórios e injeções costumam dar alívio adequado aos sintomas. A cirurgia pode ser recomendada se o tratamento conservador não der alívio aos sintomas em 2-3 meses. Caso a dor lombar ou nas pernas limite as atividades normais, houver fraqueza ou insensibilidade nas pernas, apresentar dificuldade de andar ou ficar em pé, ou se os medicamentos e fisioterapia foram ineficazes, cirurgia pode ser necessária. Em certas circunstâncias, a substituição por disco artificial pode ser uma opção para tratar a degeneração do disco intervertebral.

SÍNDROME DO OLHO SECO

domingo, 18 de outubro de 2009



O Que é Olho Seco?
Olho seco é um termo usado para descrever um grupo de diferentes doenças e condições que resultam da umidade e lubrificação inadequadas do olho. Apesar de milhões de pessoas sofrerem de olho seco, normalmente é difícil de ser diagnosticado. Pode ser facilmente confundido com outras condições, tais como infecções ou alergias oculares. Além disso, o excesso de lágrimas causadas por choro, tempo frio, entre outros fatores, também pode causar os sintomas de olho seco.


Qual a Função das Lágrimas?
Lágrimas são muito mais complicadas do que parecem.
As lágrimas são o mecanismo natural do organismo para proteger a superfície ocular contra infeccões e contra os efeitos corrosivos da sujeira, poeira e outras partículas aéreas. Elas ajudam a criar uma superfície corneana regular, de forma que a visão permaneça clara e sem distorções, proporcionando uma sensação de conforto nos olhos. As lágrimas fornecem uma superfície úmida e lubrificada, que se mantém por sobre o epitélio corneano (superfície do olho).
Há três camadas de filme lacrimal. A camada mais externa, ou lipídica, previne a evaporação. A camada do meio chamada de aquosa, é responsavél pela nutricação da córnea e a camada de mucina que umifica o epitélio corneano.
As lágrimas estão constantemente sendo reabastecidas. Portanto, uma produção adequada de lágrimas é importante para a manutenção da saúde, do conforto e da capacidade de controle de infecções no olho. Quando o olho não produz lágrimas suficientes para realizar estas funções, podem ser necessárias lágrimas artificiais ou oclusão (vedação dos canais lacrimais).

O Que Pode Causar o Olho Seco?
Há várias anormalidades diferentes que podem causar o olho seco, tais como diminuição da produção de lágrimas, evaporação excessiva, problemas com o piscar, etc. Muitos fatores influenciam para a causa do olho seco.
Idade: Como regra geral, com a idade, a produção de lágrimas diminui. Aos 65 anos, por exemplo, se produz 60% menos lágrimas que aos 18 anos.
Doenças sistêmicas: O olho seco frequentemente é associado com outras doenças como artrite, alergia, lupus, Síndrome de Sjogren e algumas doenças da pele.
Meio-ambiente: Condições ambientais, tais como: ar seco, fumaça e vento podem agravar as condições de olho seco.
Medicação: Algumas medicações, como: anti-histamínicos, anti-depressivos, anti-hipertensivos, podem contribuir para a causa do olho seco.
Faça este simples e novo TESTE DE OLHO SECO para descobrir.
Você já teve alguns dos sintomas oculares abaixo?

Sensação de queimação
SIM
NÃO
Sensação de ardência
SIM
NÃO
Coceira ou sensação de corpo estranho e areia nos olhos
SIM
NÃO
Ressecamento
SIM
NÃO
Sensibilidade a luz brilhante (fotofobia)
SIM
NÃO
Secreções de muco nos olhos (purulência)
SIM
NÃO

Se você respondeu SIM para um ou mais dos sintomas acima, você pode ter olho seco. É importante conversar com seu oftalmologista sobre opções para tratamento do olho seco.



...No tratamento do olho seco, a sensibilidade de cada doente é muito variável. Para algumas pessoas as gotas oftálmicas (lágrimas artificiais) aplicadas várias vezes ao dia já aliviam os sintomas. Para os casos mais difíceis é possível aplicar um substituto de lágrimas sob a forma de gel. Aplicado desta forma, o substituto de lágrimas mantém-se mais tempo no olho do que as gotas oftálmicas.
...Recomenda-se a utilização de substitutos de lágrimas sem conservantes. Estes constituem o meio mais eficaz para aliviar os sintomas, uma vez que contém poucos aditivos que podem irritar ainda mais o olho. Deverão ser evitados os produtos que irritam, que tornam os olhos avermelhados mais rapidamente brancos. Estes não oferecem uma lubrificação suficiente e provocam, por vezes, até um agravamento dos sintomas.
...Existem ainda outras medidas que poderão ser aplicadas na vida quotidiana para aliviar os sintomas do olho seco. Assim, deve-se beber líquidos suficientes, de preferência água natural, de forma a não desidratar o corpo e, simultaneamente, limpar o corpo de possíveis toxinas. Tente, em especial, quando lê ou trabalha com computadores lembrar-se de pestanejar mais freqüentemente os olhos, uma vez que durante estas atividades, a tendência é piscar menos. Evite esfregar os olhos, pois isso apenas agrava os sintomas.
...Se o tratamento com um substituto de lágrimas não ajudar, existe ainda a possibilidade de fechar o ponto lacrimal com pequenos tampões. De forma semelhante a um lavatório, cuja descarga é fechada, o líquido lacrimal fica retido no olho e impossibilitado de escorrer. O olho fica assim umedecido. Os pontos lacrimais podem ser tapados com tampões de colagénio que, passado algum tempo, se dissolvem por si mesmo, ou com tampões de silicone que ficam no olho durante períodos mais prolongados.
Consulte o seu oftalmologista sobre qual o método de tratamento será mais adequado ao seu caso. O tratamento do olho seco não é apenas importante para o seu próprio bem-estar, mas também para não colocar em risco a córnea dos seus olhos.

DICAS PARA COMBATER CÓLICAS MENSTRUAIS



Todo mês é o mesmo sofrimento, você tem vontade de sair de casa mas as terríveis cólicas menstruais à impedem disso. Porém algumas atitudes simples podem ajudar a amenizar essas dores.
Para quem não sabe as cólicas menstruais existem por causa do aumento de substâncias do útero, chamadas de prostaglandinas, que promovem as contrações uterinas que acompanham os ciclos menstruais normais.
Para ajudar você a acabar com essas terríveis cólicas daremos algumas dicas:

1 – Alguns remédios como Lachesis, Sépia, Calcarena Carbônica, Caulaphyllum e Camomila são indicados para as cólicas, mas a recomendação depende das características de cada paciente.
2 – Deitar de barriga para baixo, apoiada em um travesseiro, comprimindo-a, ajuda bastante a amenizar as dores.
3 – Pratique exercícios físicos: Atividades como alongamento, ioga, caminhada ou andar de bicicleta ajudam bastante, isso porque eles estimulam a liberação de endorfinas e amenizam as dores.
4 – Beba chás, mas prefira as ervas como Angélica chinesa, que tem efeito antiespasmódico, agoniada que age como analgésica, ou canela que é utilizada desde a antiguidade no tratamento da cólica.
5 – A bolsa de água quente é um método antigo, mas, ajuda bastante, basta colocá-lo na região lombar e no abdômen. Isso acontece porque o calor estimula a irrigação, relaxa a musculatura e ameniza o impacto das contrações do útero.
6 – Não consuma alimentos ricos em gordura, eles favorecem uma maior produção de hormônios femininos. Evite também as bebidas que tenham cafeína.

VII BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE PERNAMBUCO

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Das 10:00 às 22:00h, no Centro de Conveções.
Literatura do princípio ao fim.
Afinal todo mundo tem uma história para contar.


Hoje fui a Bienal, está maravilhosa com minicursos, oficinas, peças, recitais e mais de 100 editoras e livrarias, milhões de títulos, são vários standes todos com ótimos preços.
Está IMPERDÍVEL. Aproveitei e fiz umas comprinhas, lógico que Eu não iria perder essa oportunidade.
Semana que vem voltarei lá pois em 1 dia não dá para ver tudo que a bienal oferece.

TRAIR E TECLAR É SÓ COMEÇAR

sexta-feira, 25 de setembro de 2009



A internet criou uma nova maneira de ser infiel: começa com mensagens, evolui para confidências, logo entra no reino das fantasias sexuais. Quando menos se espera, o marido ou a mulher já estão teclando sem parar com um desconhecido. Mesmo que nunca se transfira para a vida real, a traição machuca do mesmo jeito.
Entender o romance sem sexo envolve conceitos subjetivos, mas qualquer um que tenha passado pela infidelidade emocional, ou branca, como chamam os especialistas, não tem a menor dificuldade em identificá-la. "Ela tem um potencial tão devastador para afetar uma união quanto se um dos cônjuges tivesse sido pego na cama com outra pessoa", diz o psiquiatra Ronaldo Pamplona da Costa, da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana. Classificar uma conversa por e-mail como infidelidade só parece exagero para quem ainda não sentiu na pele – ou na tela. Uma pesquisa apresentada na última conferência anual da Sociedade Britânica de Psicologia mostrou que 84% dos entrevistados consideravam esse tipo de comportamento traição, sim.
Falar que não teve relação sexual é sempre uma boa defesa. Mas é grave dividir uma parte significativa da vida emocional com alguém e criar um vínculo que exclua o marido ou a mulher. Esse costuma ser o primeiro passo para a traição", afirma a psicóloga brasileira Beatriz Ávila Mileham, da Universidade Santa Clara, na Califórnia, coordenadora de uma pesquisa sobre o assunto. A infidelidade branca abre uma ferida no coração, sem dúvida – mas a traição de fato arranca sangue. É impossível avaliar com certeza quantos dos casos virtuais redundam em sexo real. Uma pista: segundo a revista americana Psychology Today, estudos recentes indicam que, em 60% dos casos, um relacionamento contínuo e profundo pela internet termina na cama. "É por isso que muitos escondem essa relação do cônjuge. Eles sabem que, no fundo, há uma tensão sexual ocorrendo", diz Magdalena Ramos, coordenadora do núcleo de terapia de casal e família da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Entre as transformações monumentais trazidas pelo advento da internet, talvez as mais surpreendentes sejam as ocorridas no campo do comportamento sexual. O acesso instantâneo a informações e contatos praticamente sem limites trouxe à tona uma torrente de desejos que, décadas depois da revolução sexual, ainda surpreendem. O anonimato e a multiplicação de oportunidades alimentam o furor erótico, seja para procurar parceiros, reais ou virtuais, seja para escarafunchar todas as variantes sexuais já inventadas pelo ser humano – e algumas outras das quais ninguém nunca tinha ouvido falar. Liberados, ainda que momentaneamente, dos freios que delimitam o eterno embate entre pulsões sexuais e civilização, os usuários aproveitam. "O homem que diz que não gosta de entrar num site pornográfico está mentindo", diz o empresário R.F.L. em seu depoimento sobre experiências variadas na rede. Um levantamento da Yankelovich Partners Inc mostra que 60% das páginas visitadas na internet têm algum conteúdo sexual. A palavra sex é a mais escrita nos sites de busca em todo o mundo.
O anonimato e a privacidade propiciados pela internet são poderosas ferramentas de indução à quebra de barreiras. Diante do computador, você pode ser quem quiser, falar o que tiver vontade sem passar pelos sucessivos julgamentos que o contato frente a frente propicia. Tudo fica mais explícito e exposto. Para paquerar pessoalmente, é preciso decifrar muitos sinais, vencer a timidez e ainda se assegurar de que ninguém vai descobrir nada. No ciberespaço, o contato é rápido, seguro e fácil. Para os especialistas, as razões do crescimento desse tipo de vínculo entre adultos comprometidos têm a mesma matriz: o prazer de exercitar o poder de sedução e conquista, aspectos que compreensivelmente desaparecem do casamento. Os efeitos sobre a vida do casal podem ser enormes.

FIBROMIALGIA

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Fibromialgia é uma doença que afeta milhões de pessoas, principalmente mulheres, mas só recentemente vem recebendo atenção de médicos e pesquisadores em busca de melhores formas de diagnóstico e tratamento.
A fibromialgia também é conhecida como fibrosite, dor muscular crônica, reumatismo psicogênico, mialgia por tensão, ou mesmo confundida com sintomas de somatização.


O que é fibromialgia?
Fibromialgia é uma doença crônica caracterizada por dores difusas nos músculos, ligamentos e tendões; sensação de fadiga e cansaço; e pontos no corpo com sensibilidade aumentada.
A fibromialgia é muito mais comum entre as mulheres e afeta em torno de 5% da população. É uma doença que inflige grande sofrimento físico e emocional, prejudicando o desempenho no trabalho e na vida social.
Apesar dos sintomas variarem, com períodos de maior e menor dor, eles nunca chegam a desaparecer por completo. No entanto, é importante salientar que a fibromialgia não é uma doença progressiva, nem letal. Diagnóstico correto, tratamento adequado e suporte podem melhorar em muito os sintomas desta doença, garantindo saúde e qualidade de vida.

Causas da fibromialgia

As causas da fibromialgia vêm sendo investigadas com maior intensidade nos últimos anos. Até há algum tempo, pensava-se que a fibromialgia era apenas um componente psicológico que manifestava-se na forma de dor.
Hoje, sabe-se que o componente psicológico, como o estresse e a capacidade de adaptação (resiliência) são fatores relacionados a fibromialgia, mas não são os únicos.
As pesquisas atuais apontam para um desequilíbrio na regulação da dor no sistema nervoso central como um dos fatores essenciais para o desencadeamento da fibromialgia.
É sabido que toda pessoa sente algum tipo de dor ou sensação incomum pelo menos uma vez por semana. Estas sensações provenientes de partes diversas do corpo são enviadas até o cérebro e são processadas a todo o momento.
De maneira simplificada, pode-se dizer que o cérebro desliga estes canais de dor que chegam até ele, se o processo doloroso for considerado inofensivo ao organismo. E assim a vida segue normalmente.
Na fibromialgia existe uma desrregulação nos neurotransmissores e neurorrecpetores relacionados a dor, que tornam-se aumentados e hiper-reativos, fazendo com que sinais que não seriam considerados dolorosos passem a ser. Este processo é conhecido como sensibilização central a dor.
Outros fatores estão associados ao processo de sensibilização a dor, e incluem:

  • Distúrbios de sono,

  • Trauma ou lesões físicas em nervos e médula,

  • Infecções virais,

  • Anormalidades no sistema nervoso autônomo,

  • Lesões musculares e

  • Estresse psicológico.

Sintomas da fibromialgia

Os sintomas da fibromialgia podem variar, dependendo do clima, estresse, atividades físicas ou até mesmo período do dia. Os sintomas mais comuns da fibromialgia incluem:

  • Dor difusa. A fibromialgia é caracterizada por dor em regiões específicas do corpo quando pressionadas. A dor geralmente persiste por meses.
  • Dificuldade de movimento. Freqüentemente a dor é acompanhada por dificuldade de movimentar a região afetada, causando uma restrição do movimento completo.
  • Fadiga. A fibromialgia leva uma sensação de cansaço crônico, como se o corpo não estivesse completamente repousado.
  • Insônia ou sono não reparador. Os distúrbios do sono estão fortemente relacionados com a sensação de fadiga e cansaço, pois os portadores de fibromialgia carecem de um sono restaurador.
  • Intestino irritável. Constipação, diarréia, dor abdominal e gases são comuns em pacientes com fibromialgia.
  • Dor de cabeça e na face. A fibromialgia leva a cefaléia e dor facial, além de tensões na nuca e ombros. A disfunção temporomandibular, que afeta a mandíbula e os músculos próximos também é comum em pessoas com fibromialgia.
  • Sensibilidade aumentada. Sintoma comum é a sensibilidade aumentada ou intolerância a ruído, toque, luz ou odor.

Consequências da fibromialgia

Apesar da fibromialgia não ser uma doença fatal, ou seja, que leve a morte, seus prejuízos são enormes. A fibromialgia leva a uma deterioração do estado físico e psicológico, que pode desencadear outras doenças ou prejudicar o tratamento de doenças existentes.
No aspecto social, existe aumento das licenças médicas e prejuízos no trabalho.

Diagnóstico da fibromialgia

Diagnosticar fibromialgia é difícil, pois não existe um exame laboratorial específico. Na maioria das vezes o paciente portador de fibromialgia já passou por diversos consultórios e realizou diversos exames que na chegaram a nenhum resultado que explicasse os sintomas.
O diagnóstico da fibromialgia é clínico, ou seja, realizado por um médico de acordo com a história e o exame físico do paciente. Os exames complementares são utilizados para descartar outras patologias, como artrite reumatóide, lúpus, esclerose múltipla, dor miofascial e até mesmo câncer.
A sociedade brasileira de reumatologia e colégio americano de reumatologia estabeleceram critérios para o diagnóstico de fibromialgia:
Dor difusa (espalhada pelo corpo) por pele menos 03 meses,
Sensibilidade aumentada a pressão em pelo menos 11 pontos específicos do corpo.

Vide imagem abaixo:


Adicionalmente a estes critérios específicos, o julgamento do médico é importante na prática clinica e definição do diagnóstico.

Tratamento da fibromialgia

O tratamento da fibromialgia inclui medicamentos e medidas complementares. A ênfase está na redução dos sintomas de dor e na melhora da saúde de maneira geral.
Medicamentos para fibromialgia:

  • Antidepressivos. Classes especiais de medicamentos antidepressivos são efetivas no tratamento da fibromialgia. As pesquisas mostraram que antidepressivos que atuam em serotonina e noradrenalina são os mais efetivos. Dentre as drogas com este mecanismo de atuação estão a amitriptilina, nortriptilina, venlafaxina e duloxetina.

  • Anticonvulsivantes. Alguns medicamentos utilizados no tratamento de convulsões também se mostram efetivos no tratamento da fibromialgia. Dentre eles estão a carbamazepina, gabapentina e pregabalina.
    Analgésicos. Medicamentos analgésicos podem ajudar no alívio da dor, são geralmente prescritos pelo médico de forma eventual e não como tratamento contínuo.

  • Relaxantes musculares. Estas drogas também são utilizadas de forma breve e não contínua. São eficazes para combater a dor e a tensão muscular.
    Todo tratamento deve ser prescrito e orientado por um médico.

Medidas e tratamentos complementares:

  • Exercícios. Atividades físicas, em especial os exercícios aeróbicos, são comprovadamente eficazes para reduzir as dores da fibromialgia e melhorar a qualidade do sono. Inicialmente os exercícios podem aumentar um pouco a dor, mas a prática regular alivia os sintomas. Os exercícios mais indicados pelos médicos são caminhada, natação e hidroginástica.
  • Acupuntura. Esta técnica incorporada da medicina chinesa tem mostrado resultados positivos, tanto na redução dos sintomas de fibromialgia, como na redução do estresse.
  • Psicoterapia. A abordagem psicológica, em especial a psicoterapia cognitiva comportamental, auxilia no desenvolvimento de habilidades para lidar com a doença e manter uma atitude positiva.
  • Hipnoterapia. A sociedade brasileira de reumatologia reportou que sessões de hipnoterapia pode promover uma melhora significativa dos sintomas de pacientes resistentes ao tratamento convencional.